quinta-feira, 9 de agosto de 2012

KEY CLUB - O Desinteresse dos Sócios Key Club


Cartão KEY CLUB

O Afastamento e Desinteresse...
dos Sócios Key Club




No ano de 2006, mais precisamente no dia 12 de Junho, celebrei com a PALME II, S.A. um Contrato de Prestação de SERVIÇOS HOTELEIROS.

No momento da celebração do Contrato, o promotor do «Key Club» entregou-me um exemplar do Guia de Descontos em Hotéis, denominado «Descubra Portugal», edição de 2005/2006, sendo esta uma publicação atualizada anualmente, válida entre 1 de Novembro de 2005 e 31 de Outubro de 2006.
Este Guia, essencial ao Objecto do Cartão Key Club “Premium”, era uma Publicação Anual do Key Club onde eram referenciados anualmente os descontos contratualizados para os Sócios Key Club.

O envio deste Guia de Descontos coincidia com a data de pagamento da anuidade, no mês de Outubro de cada ano.
Adicionalmente, foi-me entregue um exemplar da publicação «Manual de Descontos», "Prestige", edição de 2005. A informação que me foi transmitida pelo Promotor da marca «KEY CLUB» era que sempre que este manual sofresse actualizações, receberia um novo exemplar, devidamente atualizado.
Também me foi entregue, nessa data, um folheto publicitário da Unidade Hoteleira denominada «Key Club - Holidays».
Recebi, ainda, uma publicação sobre as vantagens exclusivas do Programa Key Points.
Não recebi um “Guia de Viagens” mas, segundo a atual administração da PALME II, S.A. os serviços de VIAGENS é que eram a grande vantagem do Cartão Key Club (…).

Não foi isso que me foi anunciado pelo Promotor da marca "KEY CLUB".




***** 5 DE SETEMBRO DE 2008 *****


Passados cerca de 2 anos, a PALME II, S.A. declarou situação de insolvência (…).

Agora, dizem que a insolvência EM NADA AFETOU a Prestação de Serviços aos Sócios.

Estão a querer enganar a quem?
A verdade é que o “Key Club” que renasceu das cinzas da insolvência não tem nada a ver com aquilo que era o Grupo KEY CLUB, presidido pelo Sr. Vítor Melamed, antes da INSOLVÊNCIA.
Negar este facto, é tentar negar a realidade presente e visível a cada Sócio Key Club, fabricando uma versão adulterada dos factos!



*****

Acerca das alterações no KEY CLUB
ocorridas
em Setembro do Ano de 2008...



«Tenho por experiência própria a noção de que
a distribuição e
a comunicação com os Sócios
não foi a mais eficiente e efectiva no passado (...)



«Temos consciência de que as recentes alterações
foram eventualmente motivo de afastamento
e desinteresse (...)»

Eduardo Névoa
Ex-Diretor-Geral 
PALME - Viagens e Turismo, S.A.




13 comentários:

  1. Olá chamo-me Carla e sou mais uma das lesadas pelo key club.
    À vários anos que tento junto da palme a anulação do contrato e sempre com resposta deles que para tal teria que pagar a totalidade do contarato, no no passado voltei a questionar e a resposta foi que teria que pagar metade das anuidades em falta para o termino do contrato e agora recebi uma carta a propor a antecipaçao do terminus do contrato mediante o pagamento de 3 mensalidades. Que para levar avante teria enviar um acordo de revogação de contrato.
    A minha questão é pagando eu esta antecipaçao será que me vejo livre deles? ou será mais uma forma de me roubarem?
    Agradecia imenso mesmo que me respondessem se souberem algo pois só tenho até dia 15 para pagar e assim cancelar o contrato segundo eles claro.
    O meu mail é vedeta27@gmail.com
    Desde já o meu muito obrigada.

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  2. Artigo 437.º - CONDIÇÕES DE ADMISSIBILIDADE

    Se as circunstâncias em que as partes fundaram a decisão de contratar tiverem sofrido uma alteração anormal, tem a parte lesada direito à resolução do Contrato (…)



    Artigo 436.º - COMO SE EFETIVA A RESOLUÇÃO

    1 – A resolução do Contrato pode fazer-se mediante declaração à outra parte.


    (CÓDIGO CIVIL)

    - As circunstâncias em que os sócios Key Club fundaram a decisão de contratar com a Palme II sofreram uma ALTERAÇÃO ANORMAL - após a declaração da situação de INSOLVÊNCIA.

    - Assim, salvo melhor opinião, o sócio Key Club tem DIREITO à resolução do Contrato (sem qualquer penalização. visto que o sócio é "a parte lesada").

    "Esta fórmula de comprar cartões de férias, pensando que assim teriam férias muito inferiores aos preços de mercado, teve o seu sucesso enquanto os preços não variavam muito. A partir do momento em que mergulhámos nas ofertas e promoções constantes, já ninguém compra um cartão para ter preços menores."

    Timóteo Gonçalves
    HALCON VIAGENS

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  3. Acordo com a Massa Insolvente de PALME II,S.A. nem pensar. Não são de confiança.

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  4. “Artigo 20.º

    Regime especial de preparos e custas

    1 - Pelo exercício do direito de acção popular não são exigíveis preparos.

    2 - O autor fica isento do pagamento de custas em caso de procedência parcial do pedido.

    3 - Em caso de decaimento total, o autor interveniente será condenado em montante a fixar pelo julgador entre um décimo e metade das custas que normalmente seriam devidas, tendo em conta a sua situação económica e a razão formal ou substantiva da improcedência.

    4 - A litigância de má-fé rege-se pela lei geral.

    5 - A responsabilidade por custas dos autores intervenientes é solidária, nos termos gerais. “

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    1. Pelas minhas contas é capaz de dar uns 50 Eur a cada um dos que colocaram a Ação Popular. Quando forem 1000 sócios a avançar com a Ação Popular deve dar a cada um cinco cêntimos, acho que vale a pena continuar a lutar pelos nossos direitos.

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  5. Juiz de Direito: Dr(a). Sandra Cristina Veiga Reis Bettencourt Sousa
    Autor: Massa Insolvente de Palme II - Comercialização de Cartões Descontos, SA.
    Réu: Pedro … Alves
    Mandatário: Sofia Almeida Ribeiro
    Mandatário: Raquel Alves
    IV - DECISÃO
    Face ao exposto julgo a presente acção integralmente procedente por provada e,
    em consequência, condeno o Réu a pagar à Autora;
    a) a quantia de €668,60 acrescida de juros de mora às taxa legais previstas na
    Portaria 597/2005, de 19/07, desde a citação, até efectivo e integral pagamento;
    b) juros de mora às taxas legais previstas na Portaria 597/2005, de 19/07, sobre
    o capital de €78,50 desde 16/11/2010 até integral pagamento.
    *
    Custas pelo Réu por ter ficado integralmente vencido na acção.

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    1. Este "Anónimo" é um AMIGO DO KEY CLUB...

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    2. Uma das técnicas utilizadas pelo KEY CLUB para tentar cobrar os valores das anuidades, consiste em fazer intimidações aos Sócios com o pagamento de custas judiciais.

      No ano de 2010, enviaram uma multidão de SMS com o seguinte teor:

      "Pague o valor de € ____, em 24 Horas.
      Evite o pagamento de Custas Judiciais.
      Remetente: KEY CLUB"

      A preocupação do KEY CLUB não é com os Sócios, mas porque sabem que sempre que um Sócio deduz OPOSIÇÃO a uma Injunção, o KEY CLUB corre o risco de não cobrar nada, se a decisão do Tribunal competente não lhe for favoravel!

      A preocupação do Sócio Key Club deve ser, de forma consciente, analisar devidamente a sua situação e tomar a sua própria decisão, em função daquilo que entende ser as suas obrigações e os seus Direitos!

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  6. TRIBUNAL JUDICIAL DE CONDEIXA-A-NOVA
    Processo n.º 257785/11.7YIPRT

    I - RELATÓRIO

    “Massa Insolvente de Palme II – Comercialização de Cartões de Desconto, S.A.”, pessoa coletiva n.º 503 364 908, com sede no Campo Grande, n.º 28, 3.º C, Lisboa, por via de injunção contra Emanuel Gonçalo Marinheiro Santiago (…) solicitou a notificação deste, no sentido de lhe ser paga a quantia de 121,55 €.
    Notificado o requerido, o mesmo deduziu oposição…
    (…) A questão suscitada nos presentes autos e que cumpre decidir é a de saber se foi celebrado o contrato invocado e, na afirmativa, se a autora tem direito ao recebimento do montante peticionado.

    II - FUNDAMENTAÇÃO

    Ora, dos factos provados resulta apenas que a autora e o réu acordaram, por escrito denominado “contrato de associação”, a entrega, por aquela, de um cartão “Key Club” e a disponibilização de um conjunto de serviços e descontos associados ao cartão e, o pagamento, pelo réu e como contrapartida, do preço do cartão e de uma anuidade, com vencimento em novembro de cada ano, durante o tempo de duração do contrato.
    Não resultou provado que o valor da anuidade vencida em Novembro de 2010 ascendesse ao valor de 79,20 € ou que, pelo não pagamento dessa anuidade, o réu ficasse obrigado a pagar uma penalização igual a 50% daquele valor, ou seja, no montante de 39,60 €.
    Conforme referido, competia à autora a prova de tais factos.
    Não tendo logrado fazê-lo, tem a presente ação necessariamente de improceder.

    III – DECISÃO

    Por todo o exposto, julgo IMPROCEDENTE, por não provada, a presente ação e, em consequência, absolvo o réu Emanuel Gonçalo Marinheiro Santiago do pedido.

    Sem custas.

    Condeixa-a-Nova, 2012-06-26

    A Juíza de Direito
    Joana Seabra

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  7. FRAUDE NO GRUPO PALME

    São uns vigaristas. É bom que todos saibam que a KeyClub, pertencente ao Grupo Palme, faliu e deixou muitos clientes agarrados aos cartões de 4600 euros!

    Liliana Pereira

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  8. VENDAS AGRESSIVAS - INTERPASS

    Acredito obviamente que muita gente está satisfeita com a Interpass (penso que a mais conhecida e até com mais crédito no mercado, o que me deixa a pensar se estes são assim imagino outras que nem têm imagem a manter..) e outras parecidas, mas eles só conseguem os benefícios que têm porque "enganam" muita gente, e o enganam entre aspas porque basicamente as pessoas não foram obrigadas a assinar nada, assinam porque não têm informação toda e principalmente se deixam enganar.

    Isto aplica-se a férias, e a todo o tipo de vendas agressivas, seja de bancos, telefónicas, colchões, aspiradores, etc.

    E uma empresa em condições, em minha opinião não usa a estratégia que elas em geral usam!

    Eu vendo móveis, e quando apresento meu produto e a pessoa me diz que não está interessada não lhe ligo 10vezes para tentar impingir o produto a todo o custo!

    E quando o cliente não está satisfeito ou dá conta que foi "enganado" não lhe apresento contas de milhares de euros.
    Claro que o pessoal fica com má impressão.

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  9. Bom dia a todos.

    Tenho 41 anos, e desde adolescente que ouço falar nestas "ofertas" de fins de semana grátis e do modus operandi das empresas de Time Sharing. Sempre fui uma pessoa desconfiada por natureza, e quando alguém que não conhecemos de lado nenhum nos quer oferecer algo sem pedir nada em troca ainda mais...

    Bem, mas o objectivo deste meu comentário é só um: tentar esclarecer/ajudar a todos aqueles que neste momento estão com problemas com este tipo de empresas (Interpass, Key Club/Palme...), deixo alguns conselhos:

    1 - Anulem toda e qualquer autorização de débito dada a estas empresas. Em muitos casos, isso não é possível, pois a partir do momento em que foi assinada, elas têm poder para junto do vosso banco, voltar a reactivá-la. Nesse caso, uma solução que funcionará sempre é anular a conta em causa e abrir outra (pode dar algum trabalho mas é remédio santo)

    2 - Ignorem toda e qualquer forma de contacto, agressivas ou intimidatórias, exigindo anuidades, despesas administrativas e de qualquer outro tipo, sejam telefonemas, sms ou emails, por parte dessas empresas. No entanto, convém guardar/arquivar essas formas de abordagem, serão úteis caso alguém tenha já processos a decorrer em tribunal. Na maioria dos casos, o simples facto de ameaçarem com idas a contencioso ou penhora de bens e salários não passa disso mesmo, de uma ameaça, que não irão concretizar, valendo-se do sentimento de medo criado para levar as pessoas a pagar voluntariamente as suas "dívidas".

    3 - Para quem já está a receber cartas de solicitadores, nomeadamente do Sr Mário Rodrigues Pelica, intimando a pagar os valores em dívida ou será objecto de penhora de bens e salário, ou então cartas contendo o termo "Injunção", convém levar a sério. Nestes casos, a melhor forma de actuar é contactar imediatamente um advogado que possa aconselhar e ajudar: E digo imediatamente pois essas cartas têm um determinado prazo para poderem ser objecto de "Oposição" (penso que é este o termo correcto). É importante actuar rapidamente em vez de, como é hábito da maioria dos portugueses, deixar tudo para a última.

    4 - A empresa Key Club, bem como outras do mesmo grupo (Palme Viagens e Palme II), declararam insolvência em 2008, pelo que deixaram de poder prestar os serviços contratualizados. Por isso, entraram em incumprimento e os contratos celebrados com os seus clientes deixaram de ser válidos.

    5 - Para quem precisar de ajuda mais técnica/específica, já existem na internet alguns blogs dedicados só a este assunto e que contêm informações úteis de quem foi burlado e quis fazer alguma coisa para defender os seus direitos. Basta pesquisar...

    Não sou advogado nem tenho especiais conhecimentos sobre este assunto, apenas deixo aqui alguma informação recolhida depois de uma noite de insónias passada a ler sobre o assunto. Espero que sirva para ajudar alguém...

    É tempo de acabar com este tipo de parasitas que nunca soube o verdadeiro significado de duas palavras: honestidade e trabalho...

    Cumprimentos a todos e boa sorte na vossa luta :)

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